8.3.1 - 2011
               Desde muito cedo, o comércio ocupou lugar importante no desenvolvimento da humanidade.

               Hoje, o fascínio do consumismo, torna possível adquirir, praticamente, qualquer coisa, seja bem ou serviço, sem, ao menos, sair de casa. Os grandes conglomerados econômicos se fortalecem cada vez mais. A criatividade humana parece não ter limites.  Assim, pessoas físicas ou jurídicas veem-se envolvidas, diariamente, em transações mercantis, de modo direto ou indireto, que se desdobram em várias outras relações jurídicas, sucessivas e complementares.

               Operações de crédito, defesa de direitos difusos e coletivos, quebra de empresas, celebração de contratos os mais diversos, protestos de títulos, reunião de grandes empreendimentos, registro de novas tecnologias, controle de práticas econômicas abusivas, shopping centers, conquista de sonhos pessoais com a facilitação na aquisição de bens, consumo de produtos importados, cheques sem fundos, criação de novos negócios, queda nas bolsas, arranjos econômicos regionais, circulação de bens e valores, exploração comercial de recursos naturais... Familiar? Sim, os atos que envolvem operações mercantis atingem a quase totalidade dos habitantes do planeta.


              E tudo avança em velocidade vertiginosa: quando ainda nem compreendemos bem um fato ou instituto, outro já surge, exigindo nossa atenção!